Adolescente Pedófilo de 14 anos Estupra Prima de 8 Anos e Será Punido Como Adulto

362[1]Um adolescente pedófilo de catorze anos de idade estupra prima de oito anos de idade e será punido como um adulto (quem atingiu a maioridade penal).

Um adolescente de Maryland está sendo julgado como um adulto por estuprar sua prima de oito anos de idade. Solomon Pule, um jovem de catorze anos, foi visto pela própria mãe quando levantou a saia de sua prima e a estuprou.

“Ele me disse que, se eu gritasse, ele iria me cortar”, disse a vítima à polícia. “Ele enfiou a coisa em mim,” completou ela.

A mãe de Pule disse à polícia que havia dito ao seu filho e à sobrinha para limparem a sala. Percebendo um silêncio, ela desceu para verificar o que estava acontecendo e flagrou o filho estuprando a prima.

A polícia disse que Pule admitiu o crime de estupro durante um interrogatório. Ele agora está sendo tratado como alguém que alcançou a maioridade penal.

Solomon Pule estuprou a prima de 8 anos em sala de sua casa.

Nos EUA, a maioridade penal varia conforme a legislação estadual. Apenas 13 estados fixaram uma idade mínima legal, a qual varia entre 6 e 12 anos. Assim, um adolescente pedófilo estuprador, como Solomon, ser julgado como adulto não é nenhuma novidade.
Se fosse no Brasil, um rapaz de 14 anos que estupra uma criança de 8 anos comete o ato infracional análogo ao crime de “estupro de vulnerável“. Porém, se o adolescente pedófilo fosse internado não ficaria mais que dois ou três meses internado e não ficaria com ficha criminal suja já que legalmente ele não cometeu nenhum crime. A maioridade penal no Brasil é aos 18 anos de idade.

ADOLESCENTE DE 14 ANOS ESTUPRA E MATA CRIANÇA DE 8 EM ITAITUBA

Adolescente de catorze anos de idade estuprou e depois matou menina de oito anos por asfixia em Itaituba.

O jovem pedófilo de 14 anos que confessou ter abusado sexualmente e, em seguida, assassinado uma criança de apenas oito anos de idade. Camila Sousa Silva foi morta por asfixia dentro do quarto onde dormia junto com a irmã, de quatro anos.

Segundo a Polícia Civil, o padrasto da criança, Raimundo Nonato de Sousa, acordou, por volta das duas horas da madrugada de domingo ao ouvir ruídos dentro da casa. “Ele relatou que foi até o quarto da menina e percebeu que havia alguém lá, só que a pessoa estava armada de uma faca e ele não tinha certeza do que estava acontecendo. Nesse caso, houve prática de omissão e, por isso, decidimos pela detenção do padrasto para averiguação”, disse o delegado José Dias Bezerra, que preside o inquérito.

As investigações em torno do assassinato da pequena Camila Sousa foram iniciadas de imediato, sob a coordenação do major Osvaldo Lourinho Junior, comandante do décimo quinto BPM (Batalhão da Polícia Militar). Policiais do Serviço Reservado montaram uma operação, a partir de alguns indícios, tais como um jovem homem que morava em frente à casa da menina violentada ter sido visto por seguidas vezes rondando a residência da família da criança.

Os policiais foram até os irmãos do adolescente pedófilo e tomaram conhecimento de que estavam ingerindo bebida alcoólica juntos, quando, em dado momento, o homem, identificado pelo apelido “Zequi”, de 14 anos, retirou-se do local. Os irmãos disseram que “Zequi” saiu do local com uma faca na cintura e só retornou quase às três horas da madrugada. Esse foi um detalhe importante.

No quarto, onde foi encontrado o corpo da criança, também estava uma faca, que, logo depois, foi reconhecida pelos irmãos de “Zequi”, que, a partir dali, já era o principal suspeito. A arma foi encaminhada para perícia. Também foi informado de que o adolescente planejava ir para a comunidade de Pantanal de Areia, zona rural de Itaituba, onde os irmãos pretendiam fazer um trabalho.

Com esses dados em mãos, dois policiais militares disfarçados iniciaram as buscas e, por volta das vinte e uma horas de domingo, o adolescente pedófilo necrófilo foi localizado, escondido em um barraco. Para chegar até o barraco, os policiais tiveram muito trabalho, já que o local é de difícil acesso. Ao ser abordado, o acusado de estupro não reagiu e se entregou.

Logo depois, confessou para a polícia que havia assassinado a criança. “Eu fui lá por causa da menina mesmo, mas não pra matar”, disse o adolescente pedófilo. “Quando cheguei, a primeira que eu vi foi a menor, mas, depois, eu vi a Camila e ‘fiz’”, complementou.

Com riqueza de detalhes, o delinquente pedófilo confessou que dominou a criança, enquanto forçava a outra a não esboçar nenhum ruído. Ele usou a camisa para tampar a boca da vítima, que morreu vítima de asfixia. “Zequi” também confessou, friamente, que abusou sexualmente da criança, quando esta já estava sem vida (necrofilia, um pedófilo necrófilo?).

Percebendo que havia matado a criança, o indivíduo fugiu pela janela do quarto. À polícia, o delinquente confessou que o interesse dele era, de fato, por satisfazer-se sexualmente com a menina de oito anos e com a criança de quatro anos: Adentrando ao local, encontrou a criança de quatro anos, chegando a cortar a calcinha da criança, mas, em seguida, ao ver a outra maior, partiu em sua direção. Ele já ia estuprar uma criança de apenas 4 anos de idade, mas ao ver a maior de 8 anos, resolveu partir para ela. Quanto ao padrasto, ele reconheceu que o homem chegou a vê-lo, mas nada fez. “Ele ficou me olhando por um tempinho, depois saiu. Só depois foi que ele chamou a mãe da menina”, disse “Zequi”.

O crime chocou até mesmo os policiais, que também se esforçaram em manter a detenção do adolescente pedófilo necrófilo estuprador em sigilo, até por uma questão de resguardar a integridade do acusado, que poderia ser vítima da fúria popular. Dominado, o adolescente infrator confessou por várias vezes; disse que estava bebendo com os irmãos quando decidiu ir até a casa da criança, que já vinha observando há alguns dias.

Com a confissão oficializada do pedófilo necrófilo estuprador, os policiais fizeram a apresentação, em uma pronta resposta depois de uma cuidadosa e cansativa investigação dos crimes. Para a polícia, já não há dúvidas quanto à autoria do assassinato e do estupro. O padrasto da menina estuprada, que teria presenciado os crimes, mas não se preocupou em impedi-los, foi chamado para depor, e será enquadrado por omissão.

Quanto ao adolescente pedófilo necrófilo estuprador, após confessar, ele foi submetido a procedimento especial acompanhado pelo Conselho Tutelar, que também quer que o padrasto seja responsabilizado. De acordo com o procedimento, será solicitada a transferência do pedófilo necrófilo estuprador para Santarém, onde ele será recolhido à casa de custódia e submetido a medidas socioeducativas, conforme prevê o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).
O enterro da criança violentada e assassinada aconteceu na manhã de ontem, sob manifestações de protesto, comoção e dor de familiares e amigos.

Criança de 7 anos é estuprada por 2 pedófilos em Boa Vista, Roraima

Criança de sete anos de idade é estuprada por dois adolescentes pedófilos em Boa Vista, Roraima.

Delegacia de Polícia em Boa Vista, Roraima.

Delegacia de Polícia Militar em Boa Vista, Roraima.

Uma criança de sete anos de idade foi abusada sexualmente (estuprada) nesta quinta-feira (17/04/2014) no bairro Senador Hélio Campos, na zona Oeste de Boa Vista, de acordo com a polícia. Segundo a delegada Rozane Wildmar, a mãe da criança acionou a polícia militar depois de chegar a casa e encontrar a menina com suas partes íntimas sangrando.
Rozane diz que, há dois rapazes suspeitos de praticar o abuso sexual (estupro de vulnerável). Um deles é vizinho da vítima, de dezesseis anos. O outro é o irmão da menina, um adolescente de doze anos.
“A mãe ficou em estado de choque ao ver sua filha com bastante sangue”, comentou Rozane.
A delegada disse que há um impasse quanto à real autoria do crime, pois a menina estuprada teria dito que o vizinho pedófilo a violentou sexualmente (estupro de vulnerável), porém o rapaz apontou o irmão pedófilo da vítima como autor da violência sexual.
“A criança tem um problema de dicção, uma dificuldade para falar e se expressar. Procuraremos acompanhamento de um psicólogo, de uma assistente social para trabalhar com essa menina”, declarou.
A criança foi levada ao Hospital da Criança Santo Antônio e, em seguida, ao IML (Instituto Médico Legal) para realizar os exames necessários.
O caso será encaminhado para a Delagacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, onde será investigado. Até a publicação desta matéria, os adolescentes suspeitos ainda estavam sendo ouvidos pela delegada.